quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Vida longa à guerra
A tal guerra vem perpétua
Antes mesmo do humano
Suja e ensanguenta tudo
Ama difundir o insano
Justifica-se num mecanismo de defesa
Mente a si própria com desgostoso ego
Fere e mata numa indiferença indigna
Odeia a beleza e leva o osso a ferro
Constrói monumentos de destruição
Sua impecabilidade em violência ativa
Lágrima infinitesimal escorrida no chão
Poder e antiamor contra a forma de vida
Um efeito forte no instinto e raciocínio
Difunde rancor e busca o topo da cadeia
A covardia de espírito lacerada no vício
Sua vida será longa enquanto tudo rodeia.
sábado, 25 de dezembro de 2010
Pleroma
O amor dos insetos inunda com plenitude
O alvo e o negro vieram de si próprios,
E tudo veio do nada.
Um idioma do porto, derivado do latim
E nenhuma outra língua e escrita,
Pronuncia a origem do Infinito.
Supõe, alega, fantasia
Gesticula hermetismos e mitos
Mas não determina a substância Criativa.
Emite cheiros a fé coitada dos humanos
As doutrinas pequeninas das etnias,
A Shopia desconfiando de seu destino.
Em explosões cadentes seguem os Aeons,
Hipotéticos,
Discretos no alcance do inalcançável.
Espíritos populares atam-se à matéria
Deformações formam-se pelo firmamento,
E o panteão das virtudes vem em socorro pálido.
O Divino está no peito do homem,
Estalando de desejo
Sim, desejo real,
Porque quer sair
E ninguém o enxerga no Interior.
Sublime na verdade é o mistério da ignorância,
A gnose patética pela sua tentativa intuitiva,
Pois delicioso é não saber a Verdade.
Sabor se admira na vida medíocre,
Nas galáxias esparramadas
Na contagem inútil do tempo.
Mithra alveja o touro no instante solar
E a Luz escorre sobre as faces opacas,
Unindo revelações em experiência universal.
Que venham os astros na derradeira investida!
Perfeitos sejam os mendicantes de Assis!
A negação do credo pelo sentido do Espírito!
A evolução humana exige uma Criação
Pois é obrigatório o além do plano físico
E a consciência terrena supôs primeiro o Demiurgo
A morte planejada é o efeito holístico
Folhas e homens são iguais células cósmicas
O ciclo vivo que retorna à Unidade
Forças opostas agem infinitamente em tudo
E não são o bem e o mal ou o negro e o branco
São o Tudo e o Nada
Irracionais para a mente
Originados no Pleroma
Uma Natureza de uma só substância
A Existência.
O alvo e o negro vieram de si próprios,
E tudo veio do nada.
Um idioma do porto, derivado do latim
E nenhuma outra língua e escrita,
Pronuncia a origem do Infinito.
Supõe, alega, fantasia
Gesticula hermetismos e mitos
Mas não determina a substância Criativa.
Emite cheiros a fé coitada dos humanos
As doutrinas pequeninas das etnias,
A Shopia desconfiando de seu destino.
Em explosões cadentes seguem os Aeons,
Hipotéticos,
Discretos no alcance do inalcançável.
Espíritos populares atam-se à matéria
Deformações formam-se pelo firmamento,
E o panteão das virtudes vem em socorro pálido.
O Divino está no peito do homem,
Estalando de desejo
Sim, desejo real,
Porque quer sair
E ninguém o enxerga no Interior.
Sublime na verdade é o mistério da ignorância,
A gnose patética pela sua tentativa intuitiva,
Pois delicioso é não saber a Verdade.
Sabor se admira na vida medíocre,
Nas galáxias esparramadas
Na contagem inútil do tempo.
Mithra alveja o touro no instante solar
E a Luz escorre sobre as faces opacas,
Unindo revelações em experiência universal.
Que venham os astros na derradeira investida!
Perfeitos sejam os mendicantes de Assis!
A negação do credo pelo sentido do Espírito!
A evolução humana exige uma Criação
Pois é obrigatório o além do plano físico
E a consciência terrena supôs primeiro o Demiurgo
A morte planejada é o efeito holístico
Folhas e homens são iguais células cósmicas
O ciclo vivo que retorna à Unidade
Forças opostas agem infinitamente em tudo
E não são o bem e o mal ou o negro e o branco
São o Tudo e o Nada
Irracionais para a mente
Originados no Pleroma
Uma Natureza de uma só substância
A Existência.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
PESSOA ATIVA!
Corre na veia a ação
O pé, a mão
O movimento de fé
A pessoa ativa
Extrovertida
Não se controla sequer
Pula aqui, corre acolá
Está em todo lugar
Faz bem o que quer
Ajuda ao lado
Inventa novo ato
Presenteia se der
Tem sempre atitude
Exercita rara virtude
Boa pessoa ela é
Admiradora da beleza
Amante da natureza
Está para o que der e vier.
sábado, 30 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
LIBERDADE DE SER
Este ano quero a liberdade de me amar
De ter o verão na palma da minha mão
De dizer um pouco menos o não
De me vestir como bem desejar
Escolher as cores do meu dia a dia
Sentir que sou admirado por dentro
Viver os melhores momentos bem lentos
Compartilhar sonhos com toda família
Que a cada dia eu tenha pequenas férias
Como a gaivota que voa entre o céu e o mar
Marcar presença quando as coisas forem sérias
E dar o melhor de mim quando precisar
Pois o que desejo a mim desejo a todos
As melhores festas cobertas de felicidade
Estar bem com tudo aquilo que somos
E vivermos juntos nossa liberdade.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Catatumba de ló
Alcova reconchegante cheirosa
Macia em feltro pomposo
De deixar acolhidos os acólitos
Garboso trato se experimentava na fronte
E semblante anterior a pino de altivez
Num concreto arrimo reto em seu desenho
Paz balbuciante ingeriam os visitantes
Rãs, lagartos, cadafalsos e hinos
Transições temporais manifestadas em relance
Ali perambulavam almas arrítmicas em desaviso
Pela entrada se via toda a moral intrépida
Gentileza prostrada no piso vil dos transeuntes
Réus injulgáveis se acomodavam de bom gosto
E de ano a milênio o oculto era mais culto
Um coveiro sem idade tudo e a todos desmentindo
De recepção alimentava-se o contemplar dos mortos
A protuberar uma austeridade fidedigna
Com clássicos desejos revirando nas gavetas decompostas
O ló permeava a destoada Catatumba
Undécima sepultura radial
Destino certo dos que morrem em outros mundos.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
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